{"provider_url": "https://www.itacoatiara.am.leg.br", "title": "Hist\u00f3ria", "html": "<p style=\"text-align: justify; \"><span>Itacoatiara est\u00e1 entre os n\u00facleos urbanos fundados pelo colonizador portugu\u00eas. Inicialmente, uma aldeia itinerante implantada no rio Madeira, povoado r\u00fastico, constitu\u00eddo exclusivamente de \u00edndios e administrado pelos padres Jesu\u00edtas. Depois, um pequeno agrupamento de casas a beira do rio Amazonas, englobando moradores da ex-aldeia de Abacaxis, logo, rotulado de vila, povoa\u00e7\u00e3o de categoria superior \u00e0 aldeia e inferior \u00e0 cidade, que se desenvolveu fundamentalmente \u00e0 custa de atividades agroextrativistas.</span></p>\r\n<p style=\"text-align: justify; \">No per\u00edodo colonial, define-se Munic\u00edpio como uma entidade criada por um instrumento jur\u00eddico, denominado foral de vila ou carta reguladora de localidade, concedido pela metr\u00f3pole portuguesa. A Carta r\u00e9gia, de 6 de junho de 1755, pautada nas Ordena\u00e7\u00f5es Filipinas, disciplinava a predi\u00e7\u00e3o dos n\u00facleos catequistas ou aldeias que deram origem \u00e0s principais cidades amaz\u00f4nicas. Fora estabelecido, \u00e0 \u00e9poca, o m\u00ednimo de 150 moradores para forma\u00e7\u00e3o de uma vila de Munic\u00edpios que se iniciava oficialmente com a instala\u00e7\u00e3o da C\u00e2mara e a posse de seus vereadores. At\u00e9 fins do per\u00edodo, os presidentes da C\u00e2mara acumulavam todas as fun\u00e7\u00f5es pol\u00edticas. De 1828 em diante, sem as atribui\u00e7\u00f5es judici\u00e1rias, as casas legislativas passaram a meras corpora\u00e7\u00f5es administrativas.</p>\r\n<p style=\"text-align: justify; \">Munic\u00edpio e cidade s\u00e3o entes que n\u00e3o se dissociam. Cidade \u00e9 o ente palp\u00e1vel, um complexo demogr\u00e1fico formado, social e demograficamente, por uma importante concentra\u00e7\u00e3o populacional dedicada a atividades de car\u00e1ter mercantil, industrial, financeiro e cultural. Munic\u00edpio \u00e9 a entidade administrativa urbana e local. Em nosso pa\u00eds, pode-se dizer que o termo equivale \u00e0 defini\u00e7\u00e3o legal de cidade. Mas, a express\u00e3o Munic\u00edpio, se refere a um determinado grau hier\u00e1rquico de administra\u00e7\u00e3o governamental e a um grau de divis\u00e3o territorial que \u00e0s vezes transcende a ideia de cidade.</p>\r\n<p style=\"text-align: justify; \">O munic\u00edpio de Itacoatiara acaba de completar seus 251 anos de idade. Representado pela antiga C\u00e2mara Municipal de Serpa e instalado na data em que o povoado de Abacaxis foi elevado \u00e0 categoria de vila - 1\u00ba de janeiro de 1759, foi precedido o n\u00facleo urbano que deu origem \u00e0 cidade.</p>\r\n<p style=\"text-align: justify; \">Por outro lado a cidade-sede do munic\u00edpio possui exatos 327 anos. Ela veio da aldeia mission\u00e1ria criada no rio Mataur\u00e1 em 1683; transferida para o Canum\u00e3 em 1961; para o Abacaxis em 1696; para o rio Madeira em 1757; e para o local onde atualmente est\u00e1 assentada em 1758; que sucedeu \u00e0 Vila de Nossa Senhora do Ros\u00e1rio de Serpa, criada em 1759; cidade que recebeu esse floral em 1874.</p>\r\n<p style=\"text-align: justify; \">Do livro - C\u00e2mara Municipal de Itacoatiara (SINOPSE HIST\u00d3RICA) do Historiador Francisco Gomes da Silva.</p>\r\n<p style=\"text-align: center; \"><a class=\"external-link\" href=\"https://issuu.com/franciscogomesdasilva-ita/docs/camara_municipal_de_itacoatiara2\" target=\"_self\" title=\"\"><img src=\"https://www.itacoatiara.am.leg.br/WhatsAppImage20230213at17.09.42.jpeg/@@images/1dbe5204-fbf0-493a-8d65-799deda2fec6.jpeg\" alt=\"\" class=\"image-inline\" title=\"\" /></a></p>", "author_name": "Interlegis", "version": "1.0", "author_url": "https://www.itacoatiara.am.leg.br/author/Interlegis", "provider_name": "C\u00c2MARA MUNICIPAL", "type": "rich"}